A cantora lançou o quinto álbum, Mama Kalunga, em 2015. Em 2016, seu CD foi indicado como Melhor Disco no 27º Prêmio da Música Brasileira e Virgínia ganhou o prêmio de melhor cantora. Em 2018, Virgínia completa 20 anos de carreira, realizando shows em diversas capitais brasileiras e em Bordeaux e Paris, na França.

Uma baiana falando de seu povo e de sua religião para o mundo. Uma diáspora, um espraiar-se traduzidos na translação de uma grande artista. Virgínia Rodrigues – energia centrífuga – abala canções negras em tempos de guerra.

Com uma sofisticação musical sem igual, aliada ao despojamento e intensa energia de palco, a cantora baiana emociona a plateia com seu canto poderoso e aveludado, falando de seu povo e de sua religião para o mundo. Virgínia reverencia a cultura africana.

Mama Kalunga, quinto disco da artista, é uma reverência às matrizes africanas e suas ressonâncias na diáspora negra. No encontro com canções ligadas aos Orixás, Virgínia apresenta leitura própria do legado complexo e multifacetado da cultura afro-brasileira.

Sempre acompanham a cantora nos shows os violões de Leonardo Mendes e Bernardo Bosísio, violoncelo de Iura Ranevsky e pela percussão de Marco Lobo.

O canto celestial de Virgínia transita entre o popular e o erudito. A cantora Virgínia Rodrigues foi descoberta em 1997 por Márcio Meirelles, do Bando de Teatro Olodum. E foi em uma de peças de teatro, que Caetano Veloso a viu pela primeira vez e Virgínia foi lançada de Salvador para o mundo.

A história da cantora baiana Virgínia Rodrigues ficou tão conhecida internacionalmente que os jornalistas americanos a apelidaram de Cinderela brasileira. Após o lançamento de seu primeiro disco, SOL NEGRO, 1997, Virgínia realizou duas turnês pelos Estados Unidos e Europa. O álbum foi produzido por Celso Fonseca e contou com as participações de Gilberto Gil, Milton Nascimento e Djavan, e recebeu críticas positivas do The Times, Le Monde e Rolling Stone.

Em NÓS, seu segundo álbum lançado em 2000, com produção artística de Caetano Veloso, Virgínia homenageia os blocos afro de Salvador.

A parceria com Caetano teve continuidade em seu terceiro trabalho, MARES PROFUNDOS, lançado simultaneamente na Europa pelo selo Edge, da gravadora alemã Deutsche Grammophon, em 2004.

Em 2008, lança o disco RECOMEÇO, álbum de clima camerístico com clássicos do cancioneiro brasileiro.

Em 2014, Virgínia lançou seu quinto disco, MAMA KALUNGA, com direção artística de Tiganá Santana e direção musical de Sebastian Notini. O disco foi indicado como melhor álbum e Virgínia ganhou prêmio de melhor cantora no 27º Prêmio da Música Brasileira.

Uma das cantoras mais respeitadas no circuito de Festivais Internacionais de Jazz e World Music, a artista esteve em turnê na França e Marrocos em 2016 e na Europa em 2018.

Além do show Mama Kalunga, a artista, que completou duas décadas de carreira em 2018, faz este ano turnê comemorativa com um apanhado de canções que fizeram sucesso em sua voz ao longo destes anos. O show apresenta sua trajetória, desde quando fora descoberta por Caetano Veloso e lançou seu primeiro álbum, SOL NEGRO, até seu trabalho atual MAMA KALUNGA.

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