A cantora lançou o quinto álbum, Mama Kalunga, em 2015. Em 2016, seu CD foi indicado como Melhor Disco no 27º Prêmio da Música Brasileira e Virgínia ganhou o prêmio de melhor cantora. Em 2017, Virgínia completa 20 anos de carreira, estreado em Curitiba e com shows previstos em todo o Brasil. A cantora prepara turnê europeia em abril e nos Estados Unidos em outubro de 2018.

Uma baiana falando de seu povo e de sua religião para o mundo. Uma diáspora, um espraiar-se traduzidos na translação de uma grande artista. Virgínia Rodrigues – energia centrífuga – abala canções negras em tempos de guerra.

Com uma sofisticação musical sem igual, aliada ao despojamento e intensa energia de palco, a cantora baiana emociona a plateia com seu canto poderoso e aveludado, falando de seu povo e de sua religião para o mundo. Virgínia apresenta show do álbum MAMA KALUNGA que reverencia a cultura africana.

MAMA KALUNGA é uma reverência às matrizes africanas e suas ressonâncias na diáspora negra. No encontro com canções ligadas aos Orixás, Virgínia apresenta leitura própria do legado complexo e multifacetado da cultura afro-brasileira.

Sempre acompanham a cantora nos shows os violões de Leonardo Mendes e Bernardo Bosísio, violoncelo de Iura Ranevsky, e pelas percussões de Marco Lobo e Sebastian Notini. O repertório conta com composições de criadores negros de gerações e lugares distintos: a partir de visita a Abigail Moura, passa por compositores como Geraldo Filme, Moacir Santos, Nei Lopes, Paulinho da Viola, Roberto Mendes, Nizaldo Costa e Ederaldo Gentil, até chegar a contemporâneos como Gilson Nascimento e Tiganá Santana.

O canto celestial de Virgínia transita entre o popular e o erudito. A cantora Virgínia Rodrigues foi descoberta em 1997 por Márcio Meirelles, do Bando de Teatro Olodum. E foi em uma de peças de teatro, que Caetano Veloso a viu pela primeira vez e Virgínia foi lançada de Salvador para o mundo.

A história da cantora baiana Virgínia Rodrigues ficou tão conhecida internacionalmente que os jornalistas americanos a apelidaram de Cinderela brasileira. Ex-manicure saída de uma favela de Salvador, após o lançamento de seu primeiro disco, SOL NEGRO, realizou, em um ano, duas turnês pelos Estados Unidos, shows na Europa. Seu primeiro disco, Sol Negro, produzido por Celso Fonseca, contou com as participações de Gilberto Gil, Milton Nascimento e Djavan, e recebeu críticas positivas do The Times, Le Monde e Rolling Stone. Em Nós, seu segundo álbum, com produção artística de Caetano Veloso, Virgínia homenageia os blocos afro de Salvador. A parceria com Caetano teve continuidade em seu terceiro trabalho, Mares Profundos, lançado simultaneamente na Europa pelo selo Edge, da gravadora alemã Deutsche Grammophon. Em 2008, lança o disco Recomeço, álbum de clima camerístico com clássicos do cancioneiro brasileiro. Em 2014, Virgínia lançou seu quinto disco, Mama Kalunga, com direção artística de Tiganá Santana e direção musical de Sebastian Notini. O disco foi indicado como melhor álbum e Virgínia ganhou prêmio de melhor cantora no 27º Prêmio da Música Brasileira.

Uma das cantoras mais respeitadas no circuito de Festivais Internacionais de Jazz e World Music, a artista esteve em turnê na França e Marrocos em 2016 e fará turnê nos Estados Unidos e Europa entre 2017 e 2018.

Além do show Mama Kalunga, a artista, que completa duas décadas de carreira em 2017, faz este ano turnê comemorativa, fazendo um apanhado de canções que fizeram sucesso em sua voz ao longo destes anos. O show apresenta sua trajetória, desde quando fora descoberta por Caetano Veloso e lançou seu primeiro álbum SOL NEGRO até seu trabalho atual MAMA KALUNGA.

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